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02/02/2024 teste
O DRAMA DE UM PAI DE CRIANÇA ESPECIAL EM SABER QUE SEU FILHO É AGREDIDO PELO PADRASTO

Assistimos nos últimos dias, capítulos do drama de um pai que luta na justiça em defesa de seu filho. Trata-se de um delegado da Polícia Civil do RN (que responde pela agressão) contra o filho de um professor de Ensino Médio.

O nome do delegado só apareceu agora, chama-se Igor André Pessoa Barros Lopes. Já o do educador é Carlos André Over, reconhecido como um dos mais renomados professores de física do Estado.

Escrever sobre esse assunto violento é extremamente sensível. Pois aborda abusos, especialmente contra crianças especiais, as quais requerem certos cuidados. A criança sofre de TDAH e a mãe, até momento, mantem-se afastada da grave acusação sofrida pelo marido e repercutida na imprensa.

Acompanhando a coluna de minha colega jornalista Juliana Celli, percebi que ao cobrir o caso, foi notificada (por e-mail) pelo delegado. Onde usa seu "juridiquês" para intimidar a linguagem jornalística utilizada, em língua portuguesa, para narrar os fatos das notícias.

Ao nosso ver, o delegado tenta censurar a imprensa. O que passa a mexer com todos os jornalistas desse país. Mexeu com um, mexeu com todos.

O caso é tão grave que o Ministério Público do Rio Grande do Norte, por meio do Promotor Marcus Aurélio de Freitas Barros, formalizou uma acusação contra o delegado, pedindo sua condenação por abusos contra a criança referida.

 

A nossa coluna está aberta a ouvir o contraditório, mantendo a responsabilidade de um jornalismo sério e profissional. Mas que venha com respeito e sem pegadinha de se colar colou. Lidar com a imprensa não é a mesma coisa de lidar com os inquilinos de porta de cadeia.

Convido todas as entidades representativas da Imprensa e dos jornalistas do Brasil, e porque não, chamar do mundo... A acompanhar esse caso. Dará repercussão internacional uma história em que, um operador da Lei responde por agressão a uma criança especial alegando que o professor, pai da criança, só causou essa polêmica para atingir a ex esposa.

 

O roteiro está virando um drama cinematográfico. Com elementos de criança agredida, padrasto mal feitor, ex marido provocador e mãe ausente.

 

 


   


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