O nome do delegado só apareceu agora, chama-se Igor André Pessoa Barros Lopes. Já o do educador é Carlos André Over, reconhecido como um dos mais renomados professores de física do Estado.
Escrever sobre esse assunto violento é extremamente sensível. Pois aborda abusos, especialmente contra crianças especiais, as quais requerem certos cuidados. A criança sofre de TDAH e a mãe, até momento, mantem-se afastada da grave acusação sofrida pelo marido e repercutida na imprensa.
Acompanhando a coluna de minha colega jornalista Juliana Celli, percebi que ao cobrir o caso, foi notificada (por e-mail) pelo delegado. Onde usa seu "juridiquês" para intimidar a linguagem jornalística utilizada, em língua portuguesa, para narrar os fatos das notícias.
Ao nosso ver, o delegado tenta censurar a imprensa. O que passa a mexer com todos os jornalistas desse país. Mexeu com um, mexeu com todos.
O caso é tão grave que o Ministério Público do Rio Grande do Norte, por meio do Promotor Marcus Aurélio de Freitas Barros, formalizou uma acusação contra o delegado, pedindo sua condenação por abusos contra a criança referida.
O roteiro está virando um drama cinematográfico. Com elementos de criança agredida, padrasto mal feitor, ex marido provocador e mãe ausente.