Fazem parte deste time Rafael Barroso Fontelles, sobrinho do ministro do STF Luís Roberto Barroso; Gamil Foppel, ex-diretor jurídico da CBF e que hoje é consultor da presidência; José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justiça do governo Dilma; além de Pierpaolo Bottini e Igor Sant'ana Tamasauskas, que trabalharam no Ministério da Justiça no primeiro governo Lula.
Foi neste processo, relatado pelo ministro Gilmar Mendes, que Ednaldo conseguiu retornar à presidência da CBF. A alegação era a de que haveria danos a entidade já que ela não poderia inscrever a seleção brasileira no pré-olímpico porque a Fifa e Conmebol não reconheciam o interventor nomeado pela Justiça do Rio de Janeiro.
A decisão de Gilmar, entretanto, é monocrática. Mesmo que as chances de revertê-la sejam remotas - até porque não houve recurso de nenhuma parte - ela ainda precisa ser validada pelo pleno do STF. Todos os ministros irão votar com exceção de Barroso (que é tio do advogado da CBF) e de Luiz Fux (cujo filho advogou pra CBF durante o TAC assinado com o Ministério Público que desencadeou toda essa crise) que devem se declarar impedidos.