É uma concorrência desleal a existência de bares, restaurantes, cafeterias, docerias entre outros, ocuparem espaço destinados a cigarreiras e vendas de revistas, jornais e afins. A taxa que a prefeitura arregada é anual e simbólica para subsistência de famílias de baixa renda na cidade. Grandes grupos econômicos, até de fora do Estado, estão usando esse artificio para ampliarem seus negócios. Se a prefeitura não resolver, a Câmara Municipal tem que chamar a responsabilidade e legislar, corrigindo "a falta", se for o caso, de ordenamento jurídico especifico na Lei Orgânica do Município, sobre a ocupação dessas construções. Além disso, tem a questão de higiene e odor em alguns trechos com ou sem banheiro móvel.
Um grande exemplo é o cruzamento da avenida Romualdo Galvão, com av. Antônio Basílio, chama a atenção a comercialização de quentinhas no almoço. Na Av Alexandrino de Alencar também existe essa barbaridade, entre outros bairros e locais por toda cidade. É injusto com o pequeno e médio comerciante que pagam aluguel, IPTU entre outros impostos e taxas competir com essa turma.