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MUNDO

Em 01/04/2024

GALINHA CABIDELA EM NOITE DE ROMPER ALELUIA

Após o jejum Santo, rompi aleluia me lambuzando com uma boa caipira






Como um velho lobo, aguardava chegar a Meia Noite. Alguns amigos se preparavam para espancar o Judas... Mas meu foco, naquela noite fria e chuvosa, era comer uma boa galinha fresca.

Do sangue talhado é que se faz o molho pardo, na roça cabidela. O aroma tentador da galinha caipira preenche a cozinha, despertando memórias de tempos passados e despertando os meus sentidos.

O ritual começa ao sentir o cheiro do molho num pedaço de coxa sob os dedos, enquanto a carne suculenta se desfaz delicadamente na boca. Cada mordida é uma celebração de sabor autêntico, uma dança de sabores que transporta para um mundo de conforto e felicidade.

O molho de sangue é rico, intenso e inunda o paladar, fazendo cada momento valer a pena. E ao final, as mãos lambuzadas são um testemunho físico de uma experiência gastronômica verdadeiramente satisfatória, onde a simplicidade da comida se torna uma fonte de prazer puro e genuíno. Amém!

Depois da galinha comida, fui malhar o Judas!

- Perguntei: cadê o Judas?

Arma pra cima e começou o pei pei pei...

Fui...

 


   

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